Parque Tecnológico Itaipu (PTI)
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A Itaipu levou desenvolvimento e progresso para a região da fronteira. Em 2003, esta contribuição ganhou nova força, com a criação do Parque Tecnológico Itaipu (PTI).

O PTI congrega projetos voltados para o desenvolvimento tecnológico e científico, o empreendedorismo e a geração de emprego e renda. Funciona nos antigos barracões que serviam de alojamento para os trabalhadores da construção da barragem. E as iniciativas estão abertas à participação de toda a comunidade.

Para saber mais sobre o PTI, clique aqui. Abaixo, conheça os principais projetos:

Espaço de Desenvolvimento Empresarial

Na Incubadora Tecnológica e no Condomínio Empresarial, microempresas previamente selecionadas dão seus primeiros passos. O PTI fornece infra-estrutura e informações para que os empreendimentos se consolidem no mercado.

Já a Fábrica de Empreendimentos oferece capacitação e orientações para quem ainda deseja montar a sua empresa.

Inclusão digital

A inclusão digital é uma preocupação permanente do PTI, que também mantém 34 telecentros para o ensino de informática em comunidades carentes e para micro e pequenos empresários no Brasil e no Paraguai.

Formação e capacitação de RH

O PTI apóia o desenvolvimento científico, por meio de projetos de incentivo à pesquisa. E abriga o Centro de Engenharias e Ciências Exatas da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus Foz do Iguaçu.

As instalações acadêmicas e os laboratórios de pesquisa e desenvolvimento são freqüentados por cerca de 700 alunos e 50 professores de quatro cursos de graduação (Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Ciência da Computação e Matemática).

Trilha Jovem

O projeto Trilha Jovem funciona em parceria com o Instituto Pólo Internacional Iguassu, e prepara jovens que desejam ingressar no mercado de trabalho. Eles freqüentam aulas teóricas e oficinas que os capacitam a atuar no setor de turismo.

Ao final, os jovens são encaminhados para empresas onde terão a oportunidade de vivenciar a nova profissão. Os participantes do Trilha Jovem devem ter entre 16 e 24 anos, e cursar o ensino médio na rede pública.

Estação Ciência

Outro projeto vinculado ao PTI é a Estação Ciência, um centro de ciências interativo que busca popularizar, disseminar e promover a educação científica entre os alunos de ensino fundamental e médio. No espaço são realizados cursos, exposições, eventos e outras atividades que tenham como tema principal a ciência.

Preparada para receber cerca de 60 alunos por dia, a Estação Ciência tem quatro salas temáticas (Matemática, Física, Biologia e Informática), além de uma estufa e uma pequena horta de plantas medicinais. No futuro, ganhará até um planetário. As primeiras turmas de estudantes começaram a ser atendidas no fim de 2006.

Programa de Integração Empresa-Escola (PIEE)

O Programa de Integração Empresa-Escola (PIEE) oferece estágios em empresas da região de Foz do Iguaçu a estudantes de ensino médio profissionalizante e ensino superior.

Os recursos oriundos da administração dos contratos de estágio são investidos em projetos que beneficiam e desenvolvem a comunidade local, como pesquisas de iniciação científica, aquisição de equipamentos e livros, e apoio na participação de eventos técnicos para alunos e professores.

No PTI, o PIEE colabora com iniciativas como a Incubadora de Empresas.

Ñandeva

O projeto Ñandeva promove a pesquisa e a transferência de novas tecnologias para o desenvolvimento do artesanato. Com isso, contribui para agregar valor à produção artesanal da região do PTI.

O projeto teve início em 2004, quando foram realizadas em Foz do Iguaçu oficinas intensivas com designers de renome internacional e estudantes de cursos relacionados ao tema, das quais participaram artesãos brasileiros, argentinos e paraguaios.

Em 2006, consultores do projeto fizeram uma pesquisa iconográfica sobre a história e cultura da região da tríplice fronteira. O material coletado serviu de base para a criação de símbolos característicos que, agora, serão aplicados ao artesanato.

O PTI também vai ganhar uma sede para o Centro de Cultura e Tecnologia para o Artesanato (CTA), que vai possibilitar a aplicação do conhecimento tecnológico ao setor artesanal e possibilitar a adequação do artesanato regional à realidade do mercado.

" Ações do PTI estão abertas à participação de toda a comunidade "
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